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Profecia25 min de leitura

O Dia do Julgamento

Por que o dia do Julgamento não é um dia de vinte e quatro horas, nem um período de tortura, mas uma era de mil anos de iluminação, prova e esperança.

Por Logan2026

Introdução: um dia de alegria, não de terror

Alegrem-se os céus, e regozije-se a terra; brame o mar e a sua plenitude. Alegre-se o campo com tudo o que há nele; então se regozijarão todas as árvores do bosque, ante a face de יהוה, porque vem, porque vem a julgar a terra; julgará o mundo com justiça e os povos com a sua verdade.

(Salmos 96:11-13)

O ensino da Bíblia com respeito a um futuro dia de julgamento para toda a humanidade é tanto tranquilizador como inspirador de esperança. É consequente com o convite citado em nosso texto de que todos se regozijem porque יהוה vem para julgar “o mundo com justiça, e os povos com sua verdade”.

O apóstolo Paulo confirmou a vinda deste dia enquanto discursava no Areópago. Disse aos reunidos naquele lugar que יהוה tinha estabelecido um dia no qual “julgará o mundo com justiça” mediante Jesus, o Messias, e que deu certeza disso a todos, ressuscitando-o dentre os mortos. (Atos 17:31)

O futuro dia de julgamento que יהוה proporcionou em seu plano de salvação é mais que um tempo quando as recompensas serão dadas aos justos e os castigos repartidos aos maus. Será também um período de prova, durante o qual o povo terá a oportunidade, sobre a base de um pleno conhecimento das questões implicadas, de escolher entre a obediência a יהוה e a desobediência, entre a justiça e a injustiça.

Isto significa que o dia do Julgamento não é um dia comum de vinte e quatro horas, mas, como ensina a Bíblia, uma era inteira de mil anos. De fato, são os mesmos mil anos durante os quais o Messias reinará sobre a terra, já que será tanto Juiz como Rei. Os seguidores fiéis de Jesus durante esta era serão reis associados com ele durante aqueles mil anos, e também participarão com ele na obra de julgar o mundo. (Apocalipse 20:4; 1 Coríntios 6:2)

Estes ensinos formosos e harmoniosos da Bíblia são ocultados pelo conceito errôneo de que o destino eterno de cada indivíduo é irrevogavelmente decidido por יהוה quando morrem. Não há nenhum apoio bíblico para este pensamento (salvo quanto àqueles que aceitam Jesus, o Messias, e que consagram suas vidas ao serviço divino nesta era). Ao invés disso, Jesus definitivamente declarou que aqueles que não aceitam seus ensinos não são julgados agora, mas mais tarde.

E se alguém ouvir as minhas palavras, e não crer, eu não o julgo... a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no último dia.

(João 12:47-48)

Quão maravilhosamente isto harmoniza com a promessa em nosso texto de que naquele futuro dia do Julgamento feliz as pessoas serão julgadas pela verdade, pois as palavras de Jesus são seguramente verdadeiras.

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